CÓLICA EQUINA DECORRENTE DA RUPTURA DE ANEURISMA DA ARTÉRIA MESENTÉRICA CAUDAL SECUNDÁRIA A MIGRAÇÃO DE LARVAS DE Strongylus vulgaris

COLICO EQUINO DEBIDO A RUPTURA DE ANEURISMA DE LA ARTERIA MESENTERICA CAUDAL SECUNDARIO A MIGRACION DE LARVAS DE Strongylus vulgaris

0

CÓLICA EQUINA DECORRENTE DA RUPTURA DE ANEURISMA DA ARTÉRIA MESENTÉRICA CAUDAL SECUNDÁRIA A MIGRACAO DE LARVAS DE Strongylus vulgaris

 

EQUINE COLIC DUE TO RUPTURE OF ANEURYSM OF CAUDAL MESENTERIC ARTERY SECONDARY MIGRATING Strongylus vulgaris LARVAE

COLICO EQUINO DEBIDO A RUPTURA DE ANEURISMA DE LA ARTERIA MESENTERICA CAUDAL SECUNDARIO A MIGRACION DE LARVAS DE Strongylus vulgaris

Italo dos Santos Coutinho* (Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro/UENF, Campos dos Goytacazes, RJ, Brasil. E-mail: is.coutinho@hotmail.com); Marcos Aurélio Dias Meireles (UENF, marcosadmeireles@yahoo.com.br);Ana Bárbara Freitas Rodrigues (UENF, zana@uenf.br); Flávio Augusto Soares Graça (UENF, fgraca@uenf.br) ; Paula Alessandra Di Filippo (UENF, paula_difilippo@yahoo.com.br).

RESUMO: Um equino macho, não castrado, da raça Quarto de Milha, com aproximadamente cinco anos de idade, utilizado para esporte apresentou sinais intensos de dor abdominal. Ainda durante exame físico o animal veio a óbito e após confirmação deste, foi encaminhado ao exame necroscópico. Verificou-se a presença de aneurisma na artéria mesentérica caudal o qual se apresentava rompido. Ademais, uma área hemorrágica na região do mesocólon do cólon descendente também foi identificada e a presença de formas adultas de Strongylus vulgaris no interior das alças intestinais. Os achados permitiram concluir óbito por choque hipovolêmico secundário a ruptura de aneurisma da artéria mesentérica caudal decorrente da migração de larvas de Strongylus vulgaris.

Palavras chave: cavalo, aneurisma verminótico, abdomen agudo.

ABSTRACT: A male horse not castrated, Quarter Horse, with approximately five years of age, used to sport showed signs of severe abdominal pain. Also during physical examination the animal died and after confirmation of this was referred to autopsies. We verified the presence of the caudal mesenteric artery aneurysm which had broken up. Moreover, a hemorrhagic area in the region of the descending colon mesocolon was also identified and the presence of adult forms of Strongylus vulgaris inside the bowel. These findings revealed death due to hypovolemic shock secondary to ruptured aneurysm of caudal mesenteric artery due to migration of Strongylus vulgaris larvae.

Keywords: horse, verminotic aneurysm, acute abdomen.

RESUMEN: Un equino macho, no castrado, de raza cuarto de milla, con aproximadamente cinco años de edad, utilizado para deporte presento señales intensas de dolor abdominal. Durante la realización del examen físico el animal murió y después de confirmado el fallecimiento fue encaminado a necropsia. Se verifico la presencia de un aneurisma en la arteria mesentérica caudal el cual presentaba ruptura. Además, fue identificada también, un área hemorrágica en la región del mesocolon del colon descendente y la presencia de formas adultas de Strongylus vulgaris en el interior de las asas intestinales. Los hallazgos permitieron concluir deceso por choque hipovolémico secundario a la ruptura de un aneurisma de la arteria mesentérica caudal causado por la migración de larvas de Strongylus vulgaris.

Palabras clave: caballo, aneurisma verminoso, abdomen agudo.

INTRODUÇÃO

A cólica de origem tromboembólica é uma das enfermidades responsáveis pelo desencadeamento do abdômen agudo em equinos1. Dentre os agentes responsáveis por esse quadro patológico destaca-se o helminto da família Strongylidea, gênero Strongylus, composta por três espécies de interesse na medicina equina: Strongylus edentatus, Strongylus equinus e Strongylus vulgaris2. Destes considera-se o Strongylus vulgaris, o principal endoparasita de equinos e asininos. Esse parasita possui um corpo retilíneo com coloração cinza escuro e orifício oral circundado por uma coroa radiata externa franjada e possui um conduto dorsal bem desenvolvido3. A sua forma infectante é a forma larval (L3) que são ingeridos com o alimento. A forma adulta do helminto habita o ceco e cólon dos equídeos, podendo causar úlceras e lesões hemorrágicas devido ao hábito de alimentar-se de mucosa intestinal. E a forma larval (L4), migra por importantes estruturas vasculares, como, por exemplo, a artéria mesentérica cranial e seus ramos4. Os parasitas adultos vivem no lúmen do intestino onde é feita a produção de ovos que são eliminados nas fezes. E se os ovos permanecerem em condições favoráveis eclodem no meio ambiente ocorrendo o desenvolvimento do parasita da forma L1 a L35.

A migração das larvas destes parasitas pode causar arterite, trombose e embolia da artéria mesentérica cranial, caudal e de suas ramificações. Por sua vez as obstruções vasculares levam a redução no fluxo sanguíneo intestinal e desencadeiam manifestações clínicas de dor abdominal, denominada cólica equina6. A cólica equina é responsável por perdas econômicas devido a gastos com tratamento, período de afastamento do animal de suas atividades e, inclusive, por óbito7.

A domesticação dos equinos, doenças parasitárias, qualidade da forragem e estresse ambiental são alguns dos fatores pré disponentes que podem contribuir para o surgimento de patologias gastrointestinais, que se manifestam através da dor abdominal. Nesse sentido, este trabalho visa descrever os sinais clínicos e anatomopatológicos de um equino com cólica decorrente da ruptura do aneurisma da artéria mesentérica caudal secundária, a migração de larvas de Strongylus vulgaris.

RELATO DO CASO

Um equino macho não castrado, da raça Quarto de Milha, com aproximadamente cinco anos de idade e 430Kg de peso vivo (pv), foi encaminhado para atendimento clínico por apresentar fortes sinais de dor abdominal. O proprietário relatou que esses sinais surgiram há aproximadamente 24 horas e que a terapia com anti-inflamatórios, analgésicos e diuréticos sistêmicos não resultou em melhora clínica. Nesse período houve piora progressiva da manifestação de dor abdominal e o animal permaneceu a maior parte do tempo em decúbito lateral. No histórico obteve-se que há pelo menos quatro anos o animal não era vacinado e/ou vermifugado. Era criado em baia e alimentado com capim Napier picado e ração concentrada (6 kg/dia, divididos em duas porções diárias de 3 kg). Não havia histórico do fornecimento de sal mineral.

C:\Users\Italo Coutinho\Pictures\Uenf\vet\cólica por rompimento de artéria mesentérica\400529_524043504288945_2056732205_n.jpg

Ao exame físico o animal mostrava-se relutante em se locomover e apresentava taquipnéia (36mpm) e taquicardia (98bpm). Imediatamente após iniciar o exame físico o animal veio a decúbito lateral esquerdo e neste momento verificou-se mucosas oculares e gengivais pálidas, hipotermia (36oC) e tempo de preenchimento capilar (TPC) dentro da normalidade para a espécie (2seg). Ademais, apresentava espasmos musculares e contínuos movimentos de pedalagem. Diante do quadro, optou-se pela aplicação de cloridrato de xilazina a 10% (1mg/kg-1), via intravenosa, com o intuito de promover analgesia e viabilizar a continuidade do exame clínico. A paracentese, realizada em três pontos distintos da cavidade abdominal revelou um líquido abundante e de coloração avermelhada. A análise laboratorial do líquido obtido confirmou a presença de sangue. Cerca de trinta minutos após a chegada do animal a clínica este veio a óbito.

C:\Users\Italo Coutinho\Pictures\Uenf\vet\cólica por rompimento de artéria mesentérica\DSC05856.JPG

Ato contínuo realizou-se o exame necroscópico e neste verificou-se a presença de aneurisma localizado na artéria mesentérica caudal. A mesma apresentava-se rompida e havia quantidade significativa de sangue dentro da cavidade abdominal (Figura 1).

Amostras deste líquido foram colhidas e comparadas às obtidas anteriormente mediante paracentece e ambas possuiam a mesma coloração vermelha e aspecto claro (Fig 1 e 2). Uma área hemorrágica de aproximadamente 20 cm, na região do mesocólon do cólon descendente foi identificada (Figura 2).

A dilatação da artéria mesentérica caudal era evidente, sendo possível identificar exatamente o local da ruptura do aneurisma arterial (Figura 4).

C:\Users\Italo Coutinho\Pictures\Uenf\vet\cólica por rompimento de artéria mesentérica\DSC05859.JPG

Observou-se também a presença de formas adultas de Strongylus vulgaris no interior das alças intestinais. Fragmentos de tecidos e órgãos foram enviados a análise histopatológica e através desta elaborou-se o diagnóstico de choque hipovolêmico secundário a ruptura de aneurisma da artéria mesentérica caudal decorrente da migração de larvas de Strongylus vulgaris.

C:\Users\Italo Coutinho\Pictures\Uenf\vet\cólica por rompimento de artéria mesentérica\DSC05875.JPG

DISCUSSÃO:

A ocorrência de doenças vasculares em equinos secundárias a migração de larvas de nematóides em vísceras abdominais possui grande relevância devido ao extenso sistema de anastomoses entre as artérias que abastecem as sucessivas partes do sistema gastrointestinal. Consideram-se casos graves aqueles que acometem as artérias mesentéricas craniais e seus ramos maiores. Estes, por sua vez, apresentam-se aumentados em função da formação de aneurismas e por alterações morfológicas e topográficas que acometem o seu tecido conjuntivo. Paradoxalmente, a obstrução de um dos ramos maiores pode ter consequências muito menos sérias do que a obstrução de um ramo pequeno: as anastomoses das artérias maiores são grandes e constantes, mas aquelas das artérias menores são pequenas e, com frequência, apresentam consequências graves8. É importante ressaltar que a artéria mesentérica caudal, especificamente associada ao cólon descendente e a parte cranial do reto, também pode ser afetada, como verificado neste relato.

A artéria mesentérica caudal é menor e se origina da aorta abdominal pouco antes que ela atinja seu ramo terminal. Sua distribuição é restrita ao cólon descendente e à parte proximal do reto. Ela se divide em artéria cólica esquerda e artéria retal cranial. A primeira passa cranialmente dentro do mesentério do cólon descendente e emite pequenas ramificações para a face mesentérica do cólon descendente. A artéria retal cranial irriga a parte cranial do reto. As artérias mesentéricas cranial e caudal não apenas irrigam grande parte do intestino, mas também contribuem para a sua sustentação. A conexão de tecido mole da aorta com a coluna vertebral mediante a adventícia propicia uma espécie de sustentação da parede dorsal do corpo até a artéria mesentérica cranial. Ao mesmo tempo, a pressão sanguínea dentro das artérias intestinais as deixa bastante rígidas contribuindo com mais um meio de fixação para os órgãos abdominais. Esse é um mecanismo particularmente importante no equino, cujo intestino é bastante móvel devido ao mesentério relativamente longo9.

Trinta e seis casos de trombose verminótica da artéria mesentérica cranial foram descritos por pesquisadores10. Ademais, outro ensaio revelou que dos 252 equídeos abatidos em um frigorífico, 9 apresentavam aneurismas verminóticos localizados na artéria mesentérica cranial e em seus ramos decorrente da migração de larvas de Strongylus vulgaris11. A arterite mesentérica verminótica acomete, na grande maioria, equinos não submetidos a controle parasitário constante e/ou eficiente, entretanto o diagnóstico só é realizado durante laparotomia exploratória e/ou exame necroscópico12, como verificado neste relato. Atualmente, tem-se validado o uso do exame ultrassonografico no diagnóstico de alterações presentes nas artérias aorta abdominal, mesentérica cranial e íleo cecocólica decorrentes do parasitismo por S.vulgaris. Vinte e seis equinos que seriam encaminhados ao matadouro foram inicialmente submetidos à ultrassonográfica transretal. Tal exame revelou a presença de lesões arteriais em 69,72% dos animais as quais, foram confirmadas no exame post-mortem13.

Estudo realizado por revelou, que dos quatro casos de cólica espasmódica, dois foram relacionados ao parasitismo intenso em equinos não vermifugados14. Apesar da dificuldade em se determinar a importância das larvas migratórias de S.vulgaris no desencadeamento da cólica equina, tem-se que a existência de um controle parasitário eficiente, diminui significavelmente a incidência da afecção15. Corroborando tais afirmações, sabe-se que com a melhora nos programas de controle parasitário houve uma redução no número de infartos intestinais não estrangulatórios. Por tanto, a morte em crises abdominais em cavalos por arterite verminótica na artéria mesentérica cranial e seus ramos passou de 10 a 33% para apenas 3,5%16.

As infestações por estrôngilos em equinos podem desencadear inúmeras alterações nestes animais, onde maior importância é dada para a arterite tromboembólica da artéria mesentérica e o comprometimento da circulação intestinal local causada pela migração durante a quarta fase larval17. Todo processo larval até o estado adulto pode durar cerca de quatro meses. Os sinais clínicos agudos são consequências da migração larval e podem ser observados nas primeiras semanas pós-infecção e a severidade destes relaciona-se ao número de larvas ingeridas, pela idade dos animais e a exposições anteriores do hospedeiro ao parasita3.

Para maior eficiência na vermifugação e, consequente redução do risco de cólica, recomenda-se que os animais sejam vermifugados pelo menos quatro vezes ao ano, ainda que possa variar com a região geográfica, estação do ano, tipo de criação, entre outros fatores18. Estudos também relatam que, a profilaxia deve ser realizada através do uso de antihelmínticos, exames de fezes frequentes e ações de manejo tais como, manejo de pastagens e remoção de estercos19.

CONCLUSÕES

O aneurisma da artéria mesentérica caudal é uma das causas de abdômen agudo em equinos. Tal afeccção é decorrente da migração de larvas Strongylus vulgaris e os métodos de tratamento inexistentes. O diagnóstico é difícil, e na maioria das vezes confirmado durante exame necroscópico. Uso periódico de antihelmínticos, realização de exame de fezes e manejo adequado das pastagens podem ajudar na profilaxia.

REFERÊNCIAS

1GOLOUBEFF, B. Abdomen agudo equino. 1. ed. São Paulo: Varela, 1993. In: ALMEIDA, T.L.; MELLO, J.M. Arteriteverminótica em equinos: revisão. PUBVET, v. 4, n. 12, 2010. Disponível em: http://www.pubvet.com.br/artigos_det.asp?artigo=668. Acesso em: 31 jan. 2013.

2FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4. ed. São Paulo: In: ALMEIDA, T.L.; MELLO, J.M. Arteriteverminótica em equinos: revisão. PUBVET, v. 4, n. 12, 2010. Disponível em: http://www.pubvet.com.br/artigos_det.asp?artigo=668. Acesso em: 31 jan. 2013.

3ALMEIDA, T.L.; MELLO, J.M. Arterite verminótica em equinos: revisão. PUBVET, v. 4, n. 12, 2010. Disponível em: http://www.pubvet.com.br/artigos_det.asp?artigo=668. Acesso em: 31 jan. 2013.

4MARTINS, I.V.F.; SANT`ANNA, F.B.; SCOTT, F.B. Lesão por Strongylus vulgaris na aorta abdominal: relato de caso. Parasitología al día. v. 25, n. 1-2, p. 68-69, 2001.

5PIEREZAN, F. et al. Enterite granulomatosa associada a larvas de ciatostomíneos em eqüinos no Rio Grande do Sul. Pesquisa Veterinária Brasileira, v. 29, n. 5, p. 382-386, 2009.

6RIET-CORRREA et al. Doenças de Ruminantes e Equinos. 2. ed. São Paulo: Varela. v. 2, 425, 2001. In: ARRUDA, R.P. et al. ENDOPARASITAS DE EQÜÍDEOS ABATIDOS EM UM FRIGORÍFICO EM ARAGUARI-MG. 35º Conbravet – Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária-2008 Disponível em: http://www.sovergs.com.br/conbravet2008/anais/cd/resumos/R0731-4.pdf. Acesso em: 31/01/2013

7LARANJEIRA, P.V.E.H.; ALMEIDA, F.Q. Síndrome cólica em equinos: ocorrência e fatores de risco. Revista Universidade Rural: Série Ciências da Vida, v.28, n.1, p.64-78, 2008.

8MARTINS, I.V.F.; SANT`ANNA, F.B.; SCOTT, F.B. Lesão por Strongylus vulgaris na aorta abdominal: relato de caso. Parasitología al día. v. 25, n. 1-2, p. 68-69, 2001.

9KÖNIG, H. E.; SAUTET, J.; LIEBICH, H. G. Aparelho Digestório. In: KÖNIG, H. E.; LIEBICH, H. G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. Porto Alegre: Artmed, 2004. v. 2: órgãos e sistemas. p. 365.

10VIBE-PETERSEN G.; NIELSEN K. Verminous enteritis and thrombo-embolic colic in the horse. A description of 36 cases. Nordisk Veterinary Medicine, v. 31, n. 9, p. 385-91, 1979.

11ARRUDA, R.P et al. ENDOPARASITAS DE EQÜÍDEOS ABATIDOS EM UM FRIGORÍFICO EM ARAGUARI-MG.35º Conbravet – Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária-2008. Disponível em: http://www.sovergs.com.br/conbravet2008/anais/cd/resumos/R0731-4.pdf. Acesso em: 31/01/2013

12RADOSTITITS, O.M. et al. Doenças do sistema cardiovascular. In: RADOSTITITS, O.M.; et al. Clínica Veterinária um tratado de doenças dos bovinos, ovinos, suínos, caprinos e eqüinos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002, p. 323-356.

13VEIGA, C.C.P.; et al. Avaliação ultrassonográfica das artérias aorta abdominal, mesentérica cranial e ileocecocólica em equinos. Revista Brasileira de Medicina Veterinária, v.33, n.2, p.83-88, 2011.

14PESSOA, A.F.A, et al. Abdômen agudo em equídeos no semiárido do Nordeste do Brasil. Pesquisa Veterinária Brasileira, v.32, n.6, p. 503-509, 2012.

15URQUHART, G.M. et al. 1998. Parasitologia Veterinária. 2ª ed., Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, p.3-120.

16WHITE, N.A. The equine acute abdomen. 1990. Lea & Febiger, Philadelphia, 520 p.

17REICHMANN, P. et al. Valores hematológicos em equinos naturalmente infectados por

estrongilídeos. Semina: Ciências Agrárias. v. 22, n. 2, p. 179-181, 2001. In:ALMEIDA, T.L. e MELLO, J.M. Arteriteverminótica em equinos: revisão. PUBVET, v. 4, n.12, 2010. Disponível em: http://www.pubvet.com.br/artigos_det.asp?artigo=668. Acesso em: 31 jan. 2013.

18REINEMEYER, C.R. Controlling strongyle parasites of horses: a mandate for change. In: AMERICAN ASSOCIATION OF EQUINE PRACTITIONERS PROCEEDINGS, SPECIAL LECTURES, 55, 2009, p. 352-360.

19BASSAN, L. M. et al. Estrongilose: Revisão de literatura. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária. n. 11, p. 1679-7353, 2008.

Artigo Autorizado pela Revista +Equina. 

 

 

 

 

você pode gostar também

Pular para a barra de ferramentas